segunda-feira, 18 de março de 2019

CONGREGAÇÃO DOS PIRADOS ANÔNIMOS UNIDOS DA CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO.

                                                                                Ou,
                                                               Congregação do P.A.U

Onde Mulher não Pia, mas fala.



                                                                    Fundada em 1891
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--------------------------------------------------[ De Donga&Comp. Ltda ]-------------

Por Guaicurú Umburaé



Esse blog foi criado como extensão do Site da Congregação do P.A.U. Mas como a criação de um site é mais trabalhosa, e aqui só tem preguiçoso, inclusive o Gordo que é o único que entende de informática e inventou essa história de internet, o blog veio primeiro. O site ainda está em fase de criação. Até quando ninguém sabe.
A Congregação originalmente se chamava “Congregação Atheniense das Ciências e Idéias Esotéricas Helenas. E foi criada por um cara muito doido, chamado João Pedro Carvalho do Pau-D’alho de Orleans, ou Barão de Ouro Verde, no ano de 1891, nessa mui famosa cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Mas como tudo nessa cidade se transforma em diminutivo, passou-se a chamar a congregação simplesmente de ”Congregação do Pau”, numa referência ao sobrenome de seu ilustre fundador; que segundo as más línguas, era sobrinho-neto de um primo de D. Pedro II.
Depois do falecimento do último Pau-D’alho perdeu-se os objetivos da congregação; parece que os registros foram enterrados com ele, e que hoje se limita a reunir toda sorte de malucos em torno de coisa alguma.
Não se sabe ao certo como a congregação veio parar em nossas mãos. Mas parece que um dos membros atuais, é bisneto do último Barão de Ouro Verde e Pau-D’alho. 
Donga

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Nota de falecimento

Com pesar, informamos o falecimento do nosso estimado amigo Alfredo, conhecido como Chumbinho ou Credence. A Congregação está de luto. Nossos sinceros sentimentos de pesar a toda família do estimado amigo.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

                                              Funk de MC Rafinha Levadinho com DJ Naty.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

CONGREGAÇÃO DOS PIRADOS ANÔNIMOS UNIDOS DA CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO RIO DE JANEIRO.

                                                                                Ou,
                                                               Congregação do P.A.U

Onde Mulher não Pia, mas fala.



                                                                    Fundada em 1891
------------------------------------------------------------------------------------------------
--------------------------------------------------[ De Donga&Comp. Ltda ]-------------

Por Guaicurú Umburaé

21/01/06

Esse blog foi criado como extensão do Site da Congregação do P.A.U. Mas como a criação de um site é mais trabalhosa, e aqui só tem preguiçoso, inclusive o Gordo que é o único que entende de informática e inventou essa história de internet, o blog veio primeiro. O site ainda está em fase de criação. Até quando ninguém sabe.
A Congregação originalmente se chamava “Congregação Atheniense das Ciências e Idéias Esotéricas Helenas. E foi criada por um cara muito doido, chamado João Pedro Carvalho do Pau-D’alho de Orleans, ou Barão de Ouro Verde, no ano de 1891, nessa mui famosa cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Mas como tudo nessa cidade se transforma em diminutivo, passou-se a chamar a congregação simplesmente de ”Congregação do Pau”, numa referência ao sobrenome de seu ilustre fundador; que segundo as más línguas, era sobrinho-neto de um primo de D. Pedro II.
Depois do falecimento do último Pau-D’alho perdeu-se os objetivos da congregação; parece que os registros foram enterrados com ele, e que hoje se limita a reunir toda sorte de malucos em torno de coisa alguma.
Não se sabe ao certo como a congregação veio parar em nossas mãos. Mas parece que um dos membros atuais, é bisneto do último Barão de Ouro Verde e Pau-D’alho. 
Donga

sábado, 5 de julho de 2014


RATO PRETO

 

                       Noite escura. Pátio da Divisão Marítima da Estrada de Ferro Central do Brasil.
·                                               

 
O guarda fazia sua ronda por entre os vagões carregados. Tudo parecia tranqüilo. O silêncio só era quebrado pelos apitos distantes dos rebocadores manobrando no porto.
·                                               

 
Ao passar de uma fileira para outra, o guarda teve a sua atenção despertada para uma sombra que se esgueirava por entre os carros. A princípio pensou tratar-se de uma criança que procurava abrigo para passar a noite, devido a baixa estatura da sombra que se movia em silêncio. Contornando a fileira de vagões, com passadas rápidas e silenciosas, o guarda cortou caminho e se viu frente a frente, não com uma criança, e sim com um negro de no máximo um metro e meio de altura, feio como a "necessidade", com um saco às costas e um boné que lhe chegava quase aos olhos. Olhos que brilhavam como duas brasas na escuridão que os envolvia.

 
- Parado! - gritou o guarda.
·                                                A figura realmente ficou parada, com os olhos de brasa fixos no guarda. Sem mover um músculo e sem pestanejar.
- O que faz você aqui a esta hora da madrugada? - indagou o guarda.
·                                               

 
Como resposta, obteve silêncio. E aquele olhar fixo, preso naquele rosto que parecia de granito, talhado por um artista não muito habilidoso.
- Eu quero saber o quê o senhor quer aqui a esta hora, e com esse saco aí nas costas? - tornou o guarda a indagar.
·                                               

 
O negro resolveu falar:
- Acho bom o senhor seguir seu caminho, e esquecer que me viu.
- Como esquecer que lhe vi? - disse o guarda - o senhor está preso! E vai me acompanhar até o posto.
- Já lhe dei um aviso. Não costumo dar o segundo. - disse o negro.
- Pois vou lhe levar nem que para isso eu tenha que lhe enfiar a mão!
·                                               

 
Dizendo isso, o guarda avançou dois passos em direção ao negro, que imediatamente largou o saco que carregava, e deu um passo para o lado.
- Pelo visto, o senhor quer encrenca!
·                                               

 
O guarda falou, e partiu para cima do negro, que se esquivou, ficando mais uma vez estático, com aquele olhar que já provocava arrepios na espinha do guarda.

.
- Pois agora vou lhe prender debaixo de muita porrada, que é para o senhor aprender com quem está lidando. - bradou o guarda já irritado com a atitude do negro.
·                                               

 
A resposta veio em seguida na forma de uma pernada do negro, que pegando a canela direita do guarda, o desequilibrou, fazendo com que ele batesse com a cabeça no vagão. Pego de surpresa, o guarda ficou meio zonzo. Do que se aproveitou o vagabundo para lhe pular em cima. E prendendo as pernas em torno da cintura do guarda, rosnando, com o braço esquerdo de encontro ao pomo de adão. E ainda não satisfeito, passou a arranhar o rosto do guarda com as unhas da mão direita. A cena se vista de longe, pareceria que um homem carregava uma criança à moda dos índios, ou seja, frente a frente, com a criança enganchada na cintura, e o homem a abraçando.
·                                               

 
O guarda quase sem poder respirar, devido a pressão das pernas em torno de si, meio tonto da pancada na cabeça, com a perna doendo depois de ter recebido o rabo-de-arráia, quase sufocado com a pressão no seu pomo de adão, e sentindo o sangue escorrer do rosto, pois o negro tinha unhas afiadas como navalha, enlouqueceu.
·                                               

 
Partiu para o tudo ou nada. Pensou:
- Vou arrebentar as costas desse crioulo de encontro a quina do vagão.
·                                               

 
Pensou e agiu, indo de encontro ao vagão com o negro no colo. Mas a manobra foi percebida, e no exato momento do choque, o negro soltou o guarda, escorregando para o chão, e passando por baixo das pernas do mesmo, que se arrebentou sozinho de encontro ao trem. Mais zonzo ainda e com o rosto ensangüentado e latejando, o guarda não teve outra alternativa se não a de ir correndo buscar refôrço no posto, onde entrou esbaforido:
- Vamos lá no pátio, que tem um neguinho roubando a carga. Me dá uma ferramenta que  vou matá-lo. Olha o que o desgraçado me fêz. Vamos logo!
·                                               

 
Mas os outros guardas não pareciam dispostos a sair de onde estavam. O chefe do plantão se adiantou dizendo:
- Calma Zeca. Fique calmo. Sente aqui e me conte o que aconteceu.
·                                               

 
Muito a contragosto, o guarda Zeca foi obrigado a contar o que havia acontecido no pátio de manobras. Depois do relato, o chefe, colocando a mão no ombro do Zeca, sentenciou:
- É... Sem dúvida você teve o prazer de conhecer o "Rato-Preto". Você é novo aqui, e deveriam ter te avisado a respeito dele. Você teve muita sorte, pois não se sai vivo de uma querela com esse homem. O bicho é violento, e aqui ninguém se mete com ele. E depois, pra quê esquentar a cabeça. Ele rouba pouco, uma coisinha de nada, só um pouco disso ou daquilo. Mais vale ficar vivo. Isso daqui não é nosso mesmo. Vai Zeca. O Tião te acompanha ao hospital. E esquece esse cara que é melhor para tua saúde.
·                                               

 
Dois meses depois desse episódio, Zeca, trabalhando no turno do dia, justamente para não se encontrar com o Rato-Preto, ao fazer sua ronda por entre os vagões estacionados no pátio de manobras, com quem ele se depara? Rato-Preto em pessoa. Com o seu boné enterrado na cabeça e o inseparável saco de lona no ombro.
·                                               

 
Zeca ainda pensou em correr, mas não dava mais para se esconder. E também o Zeca não era homem de correr de homem. O jeito foi continuar andando na direção do crioulo. Ao chegar perto do baixinho, que como no encontro anterior, adotava a mesma postura estática, e o olhar de brasa fixo nos olhos do guarda.
- Bom dia seu Rato-Preto! Eu gostaria de lhe falar algumas palavras. - disse o guarda Zeca.- Eu lhe devo desculpas pelo acontecido naquela noite. Mas acontece que não me avisaram para não bolir com o senhor. Eu era novo aqui. Tenho a mulher doente. Cinco filhos prá criar. Ainda por cima a sogra mora comigo prá cuidar da patroa. Essa vida tá difícil. Por favor, vamos esquecer tudo isso, tá certo?
- Olha aqui branquelo.- falou o negro. - Tu és um cara de sorte. Naquela noite eu esqueci de trazer minha companheira, o que não aconteceu hoje.
                      Dizendo isso, o Rato-Preto, retirou a mão do bolso da calça, trazendo à mostra uma navalha tão brilhante que quase cegou o guarda Zeca, que imediatamente deu um passo atrás com os olhos arregalados e o rosto perdendo totalmente a cor.
·                                               

 
E o tal Rato-Preto continuou:
- Eu devia lhe cortar uma orelha prá que você não me esquecesse. Mas hoje não tou a fim de ver sangue. Mas lhe digo: Não torne a cruzar o meu caminho, certo?
·                                               

 
Dizendo isso, o malandro, fez uma mesura debochada, e se foi a passos lentos.


China.




                    
 




                                                           
                                                                                    

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Apesar dos pesares, ainda existimos.

Parece que a congregação acabou. Sumiram todos os vagabundos que por aqui batiam ponto. Ninguém quer sentar o rabo diante do computador para escrever ou postar alguma coisa. O safado do Gordo, que inventou esse treco, foi o primeiro a dar o fora. A poeira e o mofo tomam conta de tudo. Tentarei reunir novamente os loucos e bêbados membros da Congregação. Também estou sem tempo no momento.
Forte abraço do,
Sombra.

sábado, 26 de outubro de 2013

 
 
COMUNICADO
 
 
 
Comunico que o tal do Uno desapareceu, e ninguém sabe usar isso daqui. Acontece vários erros. Tá difícil.
 
                                Sombra.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Perdão.

Peço perdão aos leitores e seguidores pela ausência. Deu tilti no blog. Culpa do Gordo que viajou e não deixou substituto. Esse tal Mad Dog invadiu. Ninguém sabe como. O carnaval passou, não publicaram as fotos das outras concorrentes. Mas tem o vídeo da vencedora.
Um abraço da turma.
Cacau